Escola de Música

Fonte:

Teoricamente, “musicalizar-se” é tornar-se sensível e receptivo ao fenômeno sonoro.

O ato de tocar instrumentos proporciona à criança um excelente desenvolvimento na coordenação motora. E, segundo pesquisas, as crianças que começam a estudar música têm melhorias na convivência em grupo, aprendem a ser mais pacientes e desenvolvem a persistência. Concluíram também que crianças que estudam música têm um melhor vocabulário que as demais.

A música diminui o estresse, estimula emoções e sentimentos e age dentro da sensibilidade de qualquer pessoa, seja qual for sua idade.

 

 

Violão

 

A criança que aprende tocar violão tem a capacidade de melhorar a concentração e o controle de seus movimentos. Ao trabalhar as duas mãos de formas diferentes, obtém-se um notável desenvolvimento na coordenação motora, alem de estimular o cérebro, aprimorando a inteligência.

A iniciação a um instrumento musical, como o violão, também auxilia diretamente na autoestima da criança ou do adolescente.

O violão é um instrumento eclético, em que se pode tocar qualquer tipo de música. E, além de ser um instrumento muito prático, possui modelos infantis específicos para certas idades.

 

Mariana Itaboray

 

Teclado

 

Crianças que passam pelo processo de alfabetização musical entram em contato com outro tipo de leitura. A criança que aprende a leitura musical precisa combinar ritmo e notas (a matemática está sempre presente na música, pois noções de quantidade interferem nas notas musicais).

Segundo o coordenador e professor de música André Barreto, da escola Suiço-Brasileira (SP), crianças que têm contato com a música são mais flexíveis, lidam melhor com imprevistos, frustrações e tem mais rapidez para raciocinar e agir. E, como têm estimuladas as funções do cérebro, aumentam suas possibilidades para adquirir conhecimento.

 

Rogério Ferreira Uchôas

Escolinha de Pintura

Fonte:

 

A pintura é um terreno fértil para o desenvolvimento das habilidades motoras, da criatividade, da imaginação, da comunicação dos sentimentos e dos pensamentos. Além de contribuir de forma significativa na aprendizagem em sala de aula, com crianças e adolescentes, por desenvolver o olhar critico, o raciocínio lógico, a reflexão, dentre tantas outras potencialidades. Portanto, a Escolinha de Pintura “Caminhos da Pintura” tem como objetivo não só a criação artística, mas também a contribuição para o desenvolvimento intelectual e humano dessas crianças e adolescentes.

 

Professora Flávia Paiva

Projeto Contação de Histórias

Fonte:


Era uma vez...

Três palavras que abrem as comportas da imaginação, que nos convidam a visitar reinos inimagináveis e nos transportam para outras épocas.                      

Pesquisas apontam que o prazer de ler se constitui desde a mais tenra idade, quando as crianças se familiarizam com narrativas orais. As estruturas narrativas têm, efetivamente, o poder de organizar sequências temporais, ajudando as crianças a perceberem alterações no fim do tempo. Movem as emoções, provocam imagens, suscitam a reflexão e promovem o trânsito permanente entre imaginário e real, ficção e história. Os contadores de histórias não apenas rememoram os relatos ancestrais, mas também promovem autores e obras contemporâneas, além de clássicos universais e causos regionais.

A preferência explícita pelo texto literário, para suscitar uma nova “relação amorosa” com a leitura, vem de seus recursos mobilizadores da totalidade da pessoa humana, na medida em que a arte suscita tanto a afetividade quanto a inteligência dos homens. Sem dogmatismo, sem doutrinas, a literatura comove, instiga à reflexão, reanima ideias e desejos, colocando o leitor em posição de fazer interagir o que lê com o que vive.

 

Um doce abraço,

Adriana Oliveira

Xadrez

Fonte:

As concepções sociointeracionistas partem do pressuposto de que a criança aprende e desenvolve suas estruturas cognitivas ao lidar com o jogo de regras. O jogo promove o desenvolvimento, porque está impregnado de aprendizagem e é assumido com a finalidade de desenvolver habilidades e resolução de problemas, possibilitando ao aluno a oportunidade de estabelecer planos de ação para atingir determinados objetivos, executar jogadas segundo este plano e avaliar sua eficácia com os resultados obtidos.

É neste contexto que, ultimamente, várias escolas vêm adotando o xadrez como componente curricular (opcional ou obrigatório). A ideia básica de se levar o xadrez até as escolas reside no fato de ele ser um esporte pedagógico, auxiliando no desenvolvimento das demais disciplinas curriculares.

A arte de jogar xadrez estimula atividades intelectuais, impulsiona a imaginação, desenvolve a memória, a capacidade de concentração, a velocidade de raciocínio e ainda desempenha um importante papel socializante por ensinar a lidar com a derrota e com a vitória, mostrando consequências de atitudes displicentes, levando ao hábito de refletir antes de agir.

O aprendizado e a prática do xadrez desenvolvem várias habilidades, tais como a atenção, a concentração, o julgamento, a imaginação, a antecipação, o raciocínio, analítico e sintético; a vontade de vencer, a paciência, o autocontrole, o espírito de decisão, a coragem, a lógica matemática, a criatividade, a inteligência, a organização metódica do estudo e o interesse pelas línguas estrangeiras. Auxilia, também, no desenvolvimento da autoconfiança, visto que apresenta uma situação na qual os alunos terão a oportunidade de descobrir uma atividade onde podem se destacar e, consequentemente, progredir em outras disciplinas acadêmicas.

Professor Evandro Reis Júnior

Futsal

Fonte:

A Escolinha de Futsal do Colégio do Carmo tem como público-alvo as crianças de 3 a 12 anos e a preocupação em atender demandas educacionais com a finalidade da construção da cidadania.

As aulas visam proporcionar à criança a evolução da consciência corporal, o prazer pela prática esportiva, a sociabilização, o desenvolvimento das habilidades motoras e cognitivas de forma lúdica, em uma perspectiva que compreenda o aluno como um ser social ativo.

Através dos valores éticos e morais, as crianças encontram, no esporte, o incentivo a conquistas, aliadas ao sentimento de cooperação e de amizade.

Professor Wesley Lessa

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